domingo, 9 de dezembro de 2012

PODER PÚBLICO MONTA FORÇA TAREFA PARA CONTER DESMATAMENTO EM ÁREA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL EM PAULISTA

PODER PÚBLICO MONTA FORÇA TAREFA PARA CONTER DESMATAMENTO EM ÁREA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL EM PAULISTA Fiscais da Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente do Paulista, homens da Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma) e técnicos da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) realizaram, na manhã desta quinta-feira (06), uma operação surpresa no Parque Ecológico do Janga, localizado no bairro de Maranguape II. A ação teve como objetivo remover cercas utilizadas para demarcar os lotes que seriam futuras construções irregulares e conter a devastação da mata, que é Área de Preservação Permanente (APP). Alguns ocupantes chegaram a construir imóveis e residem no local. O parque, que está sendo alvo de destruição, pertence à Companhia de Tecidos Paulista (CTP), possui 300 hectares e inclui o terreno das ruínas de Nossa Senhora dos Prazeres. A Prefeitura do Paulista manteve contato com a direção da CTP para que a empresa acione a Justiça e peça a reintegração de posse. As equipes responsáveis por essa operação retornarão ao local, nesta sexta-feira (07), a partir das 09h, para dar continuidade à retirada de materiais utilizados pelos posseiros, tais como cercas, arames e a vegetação extraída clandestinamente.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

DESMATAMENTO EM PAULISTA-PE

Em Paulista, PE, área de preservação ainda é alvo de loteamento irregular Uma área de proteção ambiental em Paulista, na Região Metropolitana do Recife, continua sendo invadida para a construção irregular de casas. A cada dia uma nova casa é construída, e a mata vai perdendo seu espaço. A área, que tem 300 hectares, já teve boa parte de seu terreno transformada em loteamento irregular. Para marcar o território, galhos de árvores centenárias estão sendo usados para indicar a qual posseiro “pertence” determinada área. Na região, além das árvores estão também as ruínas da Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, protegidas por lei estadual. Doutor em ecologia e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), o professor Luis Carlos Marangnon ficou impressionado com a devastação. “Há um avanço significativo em termos de retirada da vegetação da área. Por ser uma área considerada importante em termos de questão ambiental, principalmente voltada para a questão do bom uso do solo, a vegetação tirada vai trazer sérios problemas, posteriormente, até mesmo para as pessoas que acham que podem estar ganhando, como temperaturas mais elevadas e umidade relativa mais baixa”, explicou. Enquanto isso, fiscais da Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH) afirmam que já retiraram as estacas da área, mas os invasores voltaram a colocá-las. “Nós viemos junto com a Companhia de Meio Ambiente da Polícia Militar (Cipoma) e retiramos as cercas que haviam no local. Posteriormente, avisamos à prefeitura sobre a situação e ela já veio algumas vezes, mas eles continuam com a retirada e a ocupação avança. A prefeitura retira e os moradores voltam a colocar as cercas, então a gente vai continuar mantendo monitoramento, a Cipoma também está muito engajada, já veio algumas vezes para tentar flagrar essa ação de desmatamento”, afirmou Thiago Costa, chefe de fiscalização da CPRH. Por sua vez, a Prefeitura de Paulista foi intimada pelo Ministério Público de Pernambuco, para explicar as providências que estão sendo tomadas na área. Segundo o secretário de Meio Ambiente, Alcides Leitão, a documentação já foi entregue. Além disso, a secretaria também cobrou do dono do terreno, a Companhia de Tecidos Paulista (CTP), para que entre na Justiça com uma ação de despejo para retirar as famílias da área de proteção ambiental. “Nós já notificamos a CTP, que consta como a proprietária em nossos cadastros, para que ela tome medidas no sentido de solicitar a reintegração de posse. Aí então vamos estudar em conjunto a solução habitacional daquelas comunidades que ali se encontram”, assegurou o secretário de Meio Ambiente. De acordo com a Companhia de Tecidos Paulista, o terreno foi cercado e uma placa foi afixada no local, informando que aquela é uma área de preservação. Ainda segundo a companhia, a retirada das famílias só poderá ser comentada quando um diretor da empresa retornar de viagem.

INSATISFAÇÃO EM PAULISTA-PE

INSATISFAÇÃO Alunos da rede municipal de Paulista protestam pela extinção do ensino médio Decisão deve atingir a Escola Municipal José Firmino da Veiga, a partir de 2013 05/12/2012 15:05 - JOÁS BENEDITO, com informações de RENATTA GORGA, da Folha de Pernambuco TwitterFacebook Orkut Alunos e professores realizaram um protesto, na manhã desta quarta-feira (05),em virtude da extinção do ensino médio da Escola Municipal José Firmino da Veiga, localizada no centro de Paulista. Segundo informações, a escola teria recebido um comunicado da Prefeitura informando que a partir de 2013 não irá receber os alunos deste nível. De acordo com o presidente do Sindicato dos Professores de Paulista, Sinprop-PE, Gilberto Sabino, a atitude foi tomada sem antes consultar a população, deixando os alunos sem garantia de que irão poder estudar no ano que vem. A Secretaria de Educação de Paulista informou que os alunos serão remanejados para outras escolas da rede estadual. A tarde, os alunos irão ao Ministério Público para se encontrar com os atuais e futuros gestores. Robson Sampaio Folha da Cidade Trecho perigoso e CTTU Leusa Santos Pulando a Cerca Aos leitores folhape folhape Brasil ocupa 69ª posição em ranking de corrupção, mostra estudo: bit.ly/11FcXjv folhape Petrobras anuncia descoberta na bacia de Sergipe-Alagoas: bit.ly/XqNvxX

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012